Puertollano · relatório
Comprar ou arrendar em Puertollano
Ter uma casa de 90 m² custa menos por mês do que arrendá-la. Ter conta juros, custos correntes e o retorno que a entrada poderia render, ao valor de avaliação; a renda é a média dos contratos novos. Amortizar o empréstimo é poupança, por isso fica de fora.
- Renda por mês
- 455 €
- Comprar, por mês
- 218 €
Experimente os seus números
Partindo do valor médio de avaliação de 686 €/m² e da renda média dos contratos assinados em 2024, 5,1 €/m² por mês, em Puertollano, e de uma taxa de juro de 3,0%.
Comprar custa menos por mês do que arrendar.
- Renda por mês
- 455 €
- Comprar, por mês, não recuperado
- 217 €
- Juros
- 139 €
- Despesas correntes
- 51 €
- Rendimento perdido
- 26 €
- Saída de dinheiro por mês, a comprar
- 286 €
A comparação conta só os custos de ter casa que nunca se recuperam: juros, despesas correntes e o que a entrada e os custos de compra poderiam render noutro sítio. A amortização do empréstimo é poupança, por isso fica de fora. A valorização da casa também, porque ninguém a conhece de antemão. Aqui as rendas são a renda média dos contratos assinados no ano, das declarações de IRS dos senhorios (AEAT); os preços são valores de avaliação, não preços de venda.
Outros relatórios sobre Puertollano
Ao valor médio de avaliação, uma casa de 90 m² custa 61 749 €. Com 10% de entrada e um crédito a 30 anos, a prestação é de 236 € por mês. Espanha não limita a prestação; os bancos têm de avaliar a solvência de cada cliente.
- Prestação, dois rendimentos
- 8%
- Prestação, um rendimento
- 15%
Valores da Província de Ciudad Real: Puertollano não tem dados próprios fiáveis.
Nos últimos 12 meses foram licenciadas mais 92,6% de casas para construção do que num ano médio da última década.
- Licenciadas, 12 meses
- 1422
Valores da Província de Ciudad Real: Puertollano não tem dados próprios fiáveis.
Compradores a viver no estrangeiro compraram 0,3% das casas vendidas aqui nos quatro trimestres até 2.º trim. 2026.
- Comprado por quem vive fora, 12 meses
- 0,3%
Os valores de avaliação caíram 3% ou mais 3 vezes desde 2005. A maior começou em 3.º trim. 2008.
- Maior queda
- −59,4%
- Recuperação desde o mínimo
- Ainda não
24,0% das 26 589 casas recenseadas nos Censos 2021 estavam vazias, à venda, para arrendar ou por outros motivos.
- Vazias, Censos 2021
- 24,0%
- Casas vazias
- 6380