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Castelló de la Plana/Castellón de la Plana · relatório

Casas vazias em Castelló de la Plana/Castellón de la Plana

11,4% das 91 229 casas recenseadas nos Censos 2021 estavam vazias, à venda, para arrendar ou por outros motivos.

Vazias, Censos 2021
11,4%
Casas vazias
10 437

Face à área envolvente

Percentagem de casas vazias nos Censos 2021.

ÁreaVazias
Castelló de la Plana/Castellón de la Plana11,4%
Província de Castellón/Castelló17,4%
Comunitat Valenciana14,0%
Spain14,4%

O censo de 2021 contou uma casa como vazia quando gastou quase nenhuma eletricidade durante o ano e ninguém estava registado nela, a partir de registos administrativos e não de uma visita. As segundas habitações contam à parte e não estão incluídas. Os municípios com menos de 1000 habitantes só aparecem no total da sua província.

Outros relatórios sobre Castelló de la Plana/Castellón de la Plana

Ao valor médio de avaliação, uma casa de 90 m² custa 136 449 €. Com 10% de entrada e um crédito a 30 anos, a prestação é de 520 € por mês. Espanha não limita a prestação; os bancos têm de avaliar a solvência de cada cliente.

Prestação, dois rendimentos
16%
Prestação, um rendimento
31%

Ter uma casa de 90 m² custa menos por mês do que arrendá-la. Ter conta juros, custos correntes e o retorno que a entrada poderia render, ao valor de avaliação; a renda é a média dos contratos novos. Amortizar o empréstimo é poupança, por isso fica de fora.

Renda por mês
601 €
Comprar, por mês
483 €

Valores da Província de Castellón/Castelló: Castelló de la Plana/Castellón de la Plana não tem dados próprios fiáveis.

Nos últimos 12 meses foram licenciadas mais 79,7% de casas para construção do que num ano médio da última década.

Licenciadas, 12 meses
1691

Valores da Província de Castellón/Castelló: Castelló de la Plana/Castellón de la Plana não tem dados próprios fiáveis.

Compradores a viver no estrangeiro compraram 5,6% das casas vendidas aqui nos quatro trimestres até 2.º trim. 2026.

Comprado por quem vive fora, 12 meses
5,6%

Os valores de avaliação caíram 3% ou mais 4 vezes desde 2005. A maior começou em 2.º trim. 2008.

Maior queda
−65,0%
Recuperação desde o mínimo
Ainda não