Hellín · relatório
Comprar ou arrendar em Hellín
Ter uma casa de 90 m² custa menos por mês do que arrendá-la. Ter conta juros, custos correntes e o retorno que a entrada poderia render, ao valor de avaliação; a renda é a média dos contratos novos. Amortizar o empréstimo é poupança, por isso fica de fora.
- Renda por mês
- 356 €
- Comprar, por mês
- 248 €
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Partindo do valor médio de avaliação de 780 €/m² e da renda média dos contratos assinados em 2024, 4,0 €/m² por mês, em Hellín, e de uma taxa de juro de 3,0%.
Comprar custa menos por mês do que arrendar.
- Renda por mês
- 356 €
- Comprar, por mês, não recuperado
- 246 €
- Juros
- 158 €
- Despesas correntes
- 58 €
- Rendimento perdido
- 30 €
- Saída de dinheiro por mês, a comprar
- 325 €
A comparação conta só os custos de ter casa que nunca se recuperam: juros, despesas correntes e o que a entrada e os custos de compra poderiam render noutro sítio. A amortização do empréstimo é poupança, por isso fica de fora. A valorização da casa também, porque ninguém a conhece de antemão. Aqui as rendas são a renda média dos contratos assinados no ano, das declarações de IRS dos senhorios (AEAT); os preços são valores de avaliação, não preços de venda.
Outros relatórios sobre Hellín
Ao valor médio de avaliação, uma casa de 90 m² custa 70 155 €. Com 10% de entrada e um crédito a 30 anos, a prestação é de 268 € por mês. Espanha não limita a prestação; os bancos têm de avaliar a solvência de cada cliente.
- Prestação, dois rendimentos
- 10%
- Prestação, um rendimento
- 20%
Valores da Província de Albacete: Hellín não tem dados próprios fiáveis.
Nos últimos 12 meses foram licenciadas mais 70,5% de casas para construção do que num ano médio da última década.
- Licenciadas, 12 meses
- 1127
Valores da Província de Albacete: Hellín não tem dados próprios fiáveis.
Compradores a viver no estrangeiro compraram 0,6% das casas vendidas aqui nos quatro trimestres até 2.º trim. 2026.
- Comprado por quem vive fora, 12 meses
- 0,6%
Os valores de avaliação caíram 3% ou mais 6 vezes desde 2014. A maior começou em 2.º trim. 2019.
- Maior queda
- −15,8%
- Recuperação desde o mínimo
- 39 meses
15,9% das 16 661 casas recenseadas nos Censos 2021 estavam vazias, à venda, para arrendar ou por outros motivos.
- Vazias, Censos 2021
- 15,9%
- Casas vazias
- 2643